segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Quando eu me vi

Na primeira sessão, já senti a força que tem o amor e como uma dor pode ser liberada sem machucar, sem rasgar ao sair, com muitas lágrimas e sorrisos leves. Desde então, o cenário ficou tão acolhedor, que as palavras saiam sem muito filtro e era tão gostoso soltar cada pensamento preso e pesado que acreditava que sairia voando no final de cada sessão. Eu via animais a cada término e cada um me mostrava aspectos meus que foram trabalhados, vi girafa, peixe, macaco. Por fim, descobri que tenho asas, elas se abriram quase que com um espirro, ou melhor, a cada sorriso que dava com gosto.


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