O que está matando nosso senso de humanidade e de sensibilidade ao nos percebermos e percebermos o outro? Por que me parece que perdemos isso e não notamos no nosso dia a dia. Pensei que quando entrasse na academia, encontraria pessoas que se mobilizassem contra isso, mas o que vi foi muita insensibilidade e descaso com as pessoas mais vulneráveis que fazem parte dela. Que tipo de comunidade saudável ignora os problemas das partes mais frágeis? São vários debates para discutir opressão, desigualdade, mas de prático o que é feito para melhorar as condições de vida dos terceirizado, das mulheres e outros grupos que dela fazem parte? Sim, tem pessoas que fazem isso, são poucas e não ganham o mesmo status do professor (a)/aluno(a) que publica mil artigos e organiza eventos grandiosos, porque eles estão ocupados orientando seus alunos, preparando aulas, manifestando-se, organizando-se em assembleias, etc.. Agradeço por ter participado de projetos que me aceitaram com as minhas humanidades, minhas dificuldades e desafios, que me ensinaram a escutar o outro e a ver que não estou sozinha, não sou a única a ter problemas, projetos que me ajudaram a ser mais compreensíveis com a realidade do outro. Agradeço ao professor Umberto Euzebio, grande mestre que nos proporciona uma formação mais humanitária e acredita no potencial de cada um.



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