O conhecimento liberta". Mas que conhecimento? Que saber me liberta? A
escola me proporcionou 'aprender' tantas coisas, menos de mim. Aquele
espaço que passamos por longos anos, que poderia nos proporcionar tantas
descoberta e potencializar nossa curiosidade sobre o mundo, nos cega e
emudece. Como podemos sufocar nosso corpo e identidade assim? Ás vezes
até para sempre, para se inserir nesse
sistema de objetificação e produção alienada, adoecido e endoidecedor.
Quero saber de mim, pelos meus, da minha história, vivenciar meu corpo,
minha corporeidade. Sentir que sou parte, conexão e assim tenho meus
direitos e responsabilidades. Sou continuação de algo que começo a
vislumbrar só agora, pois tentam apagar de nós desde a infância.
Esse texto foi escrito depois de uma vivência mágica e ancestral em um workshop de Contação de História na tradição do Griô realizada no Jovem de Expressão e facilitada por Luciana Meireles. Cantamos uma música da nossa tradição oral brasileira que resume bem o que essa Pedagogia Griô está sendo para mim:
"A Natália vai ter que entrar
na olaria do povo
ela desde como um vaso velho e quebrado
e sobe como um vaso novo"
Esse texto foi escrito depois de uma vivência mágica e ancestral em um workshop de Contação de História na tradição do Griô realizada no Jovem de Expressão e facilitada por Luciana Meireles. Cantamos uma música da nossa tradição oral brasileira que resume bem o que essa Pedagogia Griô está sendo para mim:
"A Natália vai ter que entrar
na olaria do povo
ela desde como um vaso velho e quebrado
e sobe como um vaso novo"

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