sexta-feira, 8 de julho de 2011

Presentes!




O que eu poderia desejar ao apagar as velas? Não sei. Tenho aprendido a ser feliz com esse sentimento de nada, esse vazio cheio de coisas que não são minhas. Tenho aprendido a ser só nos momentos mais tristes, e não apenas quando estava afim de solidão. Cheguei a blasfemar e mandar o Nada para a puta que o pario e me reconciliava com ele nas aulas de yoga, é desgastante, mas era uma esperança de paz. Aliás, acho que o lugar mais fácil de se praticar yoga é na frente de uma folha branca ou de páginas tipo blogs e words, dá um branco enorma na hora de pensar no que escrever que chego a visualizar uma fotografia do que estou vendo, acabei de fazer isso agora. Pois é, o que eu quero? Tantas coisas, mas elas não são de ninguém, por isso não podem ser dadas.
Desculpem-me! Vocês podem me dar forças para eu conquistá-las. Força que encontro em conversas com os amigos, nos bom dia diarios, ligações inesperadas, reconhecendo alguém em lugares estranhos,rs, até quando não vejo ninguém e entendo que é isso.

A vida é tão curta, não quero perder tempo segurando coisas.

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