domingo, 19 de setembro de 2010

Preferências alotrópicas

Eu quero um grafite
E não um diamante
Mesmo que achem burrice,
Mesmo que parece irrelevante

O que faria com esse pedra?
Brincar de atrair ladrão?
Ele com tanta sede de tê-la
Como um imã chamando a mão
E tudo isso para quÊ?
Não vejo motivo
Nesse desejo aturdido
De ter só por ter

Com o grafite é diferente
Embora venha da mesma substância
Basta só mais um pedaço de papel ou até uma pedra
E gravamos nossas reflexoes e lembranças
Para sempre! Até que algo o ingira

Vira comida de alguém
Mas o que que tem?
E o diamante?
Nem para isso serve.

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