terça-feira, 17 de agosto de 2010

Em busca...

Não sou crédula
Meu embaiamento foi me conformar demais
(optar pela pequena estrada)
Pois quando estamos perdidos
Entramos em qualquer fresta
A procura de paz.

Desvelou-se tudo dentro de mim
(quando me vi)
Oscilando feito corda de violão.
Não foi tão decisivo assim,
continuo e vou continuar confusa,
mas chega de alienação.

Entro dentro do meu corpo
para decantar o sólido do líquido
(metáforas do temporal e do atemporal respectivamente)
Necessita-se de um extremo esforço. É difícil!
Vejo tudo densificado,
Isso pode durar até à estagnação do passado,
porém não é o bastante para me dissuadir.

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