Passo meus olhos pelo seu corpo
E aprendo sobre a vida
Olho ao redor
Sinto-me vazia
Já não quero você
Mas a sede me incita
A ver-te mais uma vez
A curiosidade é nossa cupida
É o motivo pelo qual você me excita
E eu escolha a surdez
Você nem se importa
Movo-te e te coloco onde quero
Isso me perturba!
Como posso gostar de uma coisa tão morta?
Entretando, quando o vejo por dentro
É um mistério!
Perco-me e é você que me conduz
Passa a ser meu centro
E a minha luz.
Este poema é dedicado ao livro, que me acompanha a tanto tempo, segue o meu próprio tempo e incentiva a minha criatividade.
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